BOB DYLAN
CARIOCA

algumas vozes não envelhecem

BOB DYLAN
CARIOCA

Algumas vozes não envelhecem.
Elas apenas esperam o momento certo para voltar.

QUEM É O
BOB DYLAN
CARIOCA?

Enquanto o mundo corria, ele escrevia.

Enquanto os palcos fechavam, as canções continuavam nascendo.

Algumas músicas nunca foram registradas. Porque pertencem ao povo.

Luciano Terra, conhecido como Bob Dylan Carioca, atravessa ruas, praças, teatros e cidades transformando música em memória viva.

Mais do que um cantor, o projeto se tornou movimento cultural, experiência coletiva e resistência poética.
Luciano Terra
Cinema Visual

“Nem toda canção nasce no estúdio.
Algumas nascem caminhando pelas ruas do Rio.”

A HISTÓRIA

Conservatória

OS PRIMEIROS ACORDES

Violões, encontros culturais, serestas, bares, praças e noites atravessadas por poesia popular. O Bob Dylan Carioca nasce da rua, da conversa, da escuta e da experiência humana.

PALCOS E PRAÇAS

Ao longo dos anos, Luciano Terra construiu uma trajetória marcada por apresentações populares, encontros culturais e experiências musicais que ultrapassam o palco tradicional.
Público
Retorno

O RETORNO

Depois de anos longe dos grandes movimentos de palco, surge uma nova fase. Mais madura. Mais intensa. Mais humana. O retorno não é nostalgia. É renascimento.

AS CANÇÕES

Estamira

ESTAMIRA

Uma das obras mais densas e cinematográficas do repertório. A música atravessa abandono, humanidade e loucura social com poesia crua e documental.
“Nesta estrada só tem calor, nesta carga só tem vapor, com essa gente só tem pavor e pé no chão, Belém. Nesta vida não tem dinheiro, nessa casa não tem banheiro, nessa história não tem nada de loucura não. Essa noite não tem canção, essa tarde comer no chão, essa história aqui no lixão assusta um pouco sim. Mas agora o que eu vou fazer, vou pintar lá na tv, vou chamar o meu amigo dos cachorros pobres. Porque sou Estamira, porque sou Estamira, não medo de nada, não tenho cheiro de nada, não tenho medo de nada não, não, não, não, não, não tenho cheiro de nada, hello i do, merci bocu, insano você. Mas hoje eu vou ficar por aqui, é porque o esperto ao contrário, corpo, mente, sangue otário, vem me agredir.”

A TAL PEQUENA

Canção nostálgica, íntima e afetiva. Uma lembrança atravessada por imagens simples, humanas e profundamente brasileiras.
“Existe um momento na vida da gente que toma um rumo diferente que a gente nem sente. Como ver o sol, como ver o mar, como ver as estrelas, refletem no fundo do mar. Quero ver o sol, quero ver o mar, quero ver as estrelas, tudo lá em seu lugar. Mas aonde eu vou encontrar você pequena, onde você esta. Você pequena, eu vou encontrar. Mas tome atenção porque o caminho é curto, o destino é longo, mas vamos chegar lá bem devagarinho, que é para não errar e acertar o caminho. Porque em seus braços sou livre, porque em seus braços estou livre para ver o sol, para ver o mar, para sentir as estrelas no fundo do seu olhar.”
A Tal Pequena
Dorme Coração

DORME CORAÇÃO

Uma música noturna. Feita para silêncios. Para ruas vazias. Para memórias que ainda respiram.
“Dorme, como dorme sonha. Dorme, como dorme, linda. Dorme o meu coração, completamente nua minha menina. Queria saber o que sonha, queria te ver tão bonita, dançando no meu coração, debaixo de chuva toda protegida. Mas não há menina mais bonita, mas não dá para ela ser mais linda. Mas é assim que começa uma noite de verão, tocando baixo e acordando o seu coração.”

A DESCOBERTA

Uma música que mistura poesia cotidiana e existencialismo, usando linguagem simples, metáforas e repetição para construir ritmo e reflexão.
“Para andar é preciso de tênis, como para andar é preciso saber sapatear. Para cantar é preciso saber cantar, aprender a escutar, conseguir sair do chão, transformar. Para saber voar tem que abrir os braços, tem que saber viver. É preciso saber, olhar para baixo e voar voar voar. Ver você, um dia vai. Fez você, talvez até logo, demais. Ver você hoje ou amanhã. Fez você, ontem, ou até nunca mais. Eu vejo você num inferno. Eu vejo você logo, logo. Eu vejo você talvez no céu. Eu vejo você no ar. Vejo, vejo os pássaros cantar. Vejo, vejo o sol também brilhar. Vejo tudo correr. Como um rio que foi e como também será.”
Sou Carioca Meu Irmão
NÃO É
APENAS
UM SHOW.
O Bob Dylan Carioca conecta memória, música popular, revitalização cultural e experiência coletiva.

O projeto envolve ocupação artística, teatro vivo, história popular, encontros culturais e arte como movimento humano.

Mais do que apresentações musicais, cada show se torna encontro.

PRÓXIMOS SHOWS

Grajaú

MADE IN RIO

GRAJAÚ/RIO
23 de Agosto

Teatro Grajaú

COMPRAR INGRESSO
Conservatória

É NO PÊLO MERMO!

CONSERVATÓRIA/RJ
12 de Julho

No Solarata e no Qualé o Tom

SAIBA MAIS
Paquetá

ILHADO NA ILHA

PAQUETÁ/RIO
EM BREVE

Grátis à beira-mar.

EM BREVE

MEMÓRIA VIVA

Depois de tantos anos... as canções voltaram para casa.

ALGUMAS VOZES
NÃO ENVELHECEM

Elas apenas esperam o momento certo para voltar.